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A Mídia Social começou como uma novidade – um parquinho para os ratos de computador. Mas se consolidou como algo forte o suficiente para reformular a publicidade em seu âmago.
É hora de sair dos debates anteriores sobre a mídia tradicional coexiste com a mídia social. A indústria publicitária deveria ver a mídia social como algo bom, não como algo destrutivo. Eles deveriam correr muito para recuperar o atraso com o consumidor, deixar o legado de modelos de negócios e construir algo melhor.
Para colocar as coisas em uma perspectiva, a melhor maneira é olhar para trás com o impacto que a televisão teve com a publicidade em meados dos anos 60 e traçar alguns paralelos com onde estamos hoje.
Como Era Antes
Na década de 60 a expansão da publicidade televisiva foi acertando seu passo. Uma explosão de massa, controlada, a transmissão da propaganda foi mudando a cara da função e das finanças da publicidade. A indústria publicitária abraçou estas mudanças fortemente, com influência do poder da televisão para criar a era de ouro da publicidade.
Os departamentos de criação promoviam a colaboração entre diretores de arte e redatores e os criadores começaram a enxergar que a sacada estava em histórias curtas para passar a mensagem. Os departamentos de produção de TV agruparam produtores, diretores e técnicos especialistas em equipes colaborativas.
A relação cliente/agência se aprofundou, as agências assumiram papéis mais pró-ativos. As pesquisas também mudaram, e passaram a dar mais ênfase na medição de tanto os componentes racionais quanto os emocionais das mensagens.
Como efeito, uma nova geração de publicitários surgiu e com eles surgiram às agências boutique que alimentaram uma revolução criativa e trouxeram um novo sistema de valores para o negócio.
A transição
Embora a TV tenha inaugurado uma nova era na publicidade, o aspecto do negócio evoluiu e reformulou-se ao longo do tempo de maneiras relativamente previsíveis. Tudo isso mudou com a internet, a mídia social e o surgimento de dispositivos móveis.
Agora é hora da publicidade abraçar essas oportunidades de marketing social com o mesmo entusiasmo que tinha com as mudanças da televisão.
Como é Agora
O Marketing tradicionalmente se foca nos quatro “P”: Produto, Preço, Praça e Promoção. meios de comunicação social se transformaram no quinto, e possivelmente o mais importante “P”: as pessoas. A estratégia das pessoas está no centro da dinâmica atual e na essência social do mix de marketing. Alguns especialistas têm outro olhar para os quatro P’s, e os transformou em quatro C’s para a idade social: conteúdo, contexto, conexão e comunidades.
A estratégia pessoal é muito mais ampla, profunda e vai muito além da segmentação do consumidor. Trata-se de ouvir e interagir com todos aqueles que podem tocar ou influenciar potenciais clientes atuais e em todas as fases de interação da marca. A revolução da mídia social é menos sobre o coletivo e mais sobre o individual.
A mídia social tem mudado a maneira como as pessoas interagem entre si e com os seus meios de comunicação. As pessoas desempenham múltiplas – e muitas vezes simultâneas – funções como receptores, criadores, críticos, defensores, transformadores e transmissores de mensagens. Essa mistura fica mais clara vendo o prisma a seguir.
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Você sabia que se o Facebook fosse um país, agora seria o terceiro maior país do mundo? Passou os E.U.A. no início deste ano e agora está atrás apenas da China e Índia em termos de população. Essa estatística – juntamente com algumas dezenas de outras – são mostradas no vídeo abaixo, demonstrando o crescimento da mídia social explosiva nos últimos anos.
O vídeo, produzido pelo autor do livro ‘Socialnomics’, Erik Qualman, é um pequeno acompanhamento para seu vídeo de estatísticas sobre mídia social criado no ano passado. Embora algumas das estatísticas são semelhantes à versão do ano passado, outros são atualizados com novos dados e alguns aparecem pela primeira vez. Informações sobre as fontes para todas as estatísticas estão disponíveis no blog do Qualman. Alguns dos destaques incluem:
- Mais da metade da população mundial tem menos de 30 anos.
- Facebook ultrapassou o Google no tráfego semanal na internet (dados nos EUA)
- Ashton Kutcher e Britney Spears têm mais seguidores Twitter que as populações da Suécia, Israel, Suíça, Irlanda, Noruega e Panamá.
- 50% do tráfego de Internet móvel no Reino Unido está no Facebook.
- Durante os 4 minutos em média que leva para assistir a este vídeo, mais de 100 horas de vídeo serõ carregadas no YouTube.
- Amazon vendeu mais livros eletrônicos para Kindle do que os livros fisicos no Natal.
- Se você recebesse US $ 1 para cada artigo publicado Wikipédia, você pode ganhar US $ 1,712.32 por hora.
Dê uma olhada no novo vídeo abaixo e dê sua opnião sobre o que você pensa. Você ficou surpreso por qualquer das estatísticas incluídas?
Como as pessoas passam cada vez mais tempo nas Redes Sociais, os anunciantes estão dirigindo grande parte de seus gastos com propagandas direcionadas para os usuários destas plataformas.
Mas com isso surgem as questões, que tipo de Anúncio veicular no Orkut, Facebook, Twitter ou em quais outras redes sociais anunciar, ou melhor, quais são as mais eficazes? Afim de descobrir as respostas destas perguntas a Psychster.inc e a Allrecipes criaram uma parceria para determinar que tipos de anúncios são mais eficientes e se as plataformas anunciadas fazem alguma diferença.
O estudo (abaixo) testou sete tipos diferentes de propaganda em dois sites diferentes, Facebook e Allrecipes. Os Tipos de anuncios testados foram banners, anúncio de inscrição em Newsletters, paginas fãs das empresas com a logo das mesmas, os perfis das empresas sem os logotipos, get widgets e conteúdo patrocinado.
O investimento na publicidade online brasileira cresceu 24,7% em setembro, arrecadando R$ 87,8 milhões, segundo dados divulgados pelo Inter-meios nesta terça-feira (1/12).
Em participação, a internet agora está empatada com o rádio na quarta posição entre as mídias que mais faturaram no mês: ambos representam 4,3% da verba publicitária brasileira.
Analisando deforma geral, o mercado publicitário brasileiro cresceu 3%, chegando a R$ 2 bilhões. Pelo segundo mês seguido, a internet foi a mídia cuja receita publicitária mais cresceu no período.
Na comparação entre as mídias que mais faturam, rádio e internet aparecem atrás da televisão que corresponde a 60,7% do faturamento publicitário, jornal (12,9%) e revista (8,6%).
No acumulado de janeiro a setembro, a internet brasileira cresceu 4,1%, enquanto o mercado publicitário geral teve o aumento de 0,4%.
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Está cada vez mais claro que a mídia social é uma incrível ferramenta para tudo, desde pesquisas de empresas até atendimento ao consumidor. E como muitas empresas estão descobrindo, a mídia social pode ajudar a melhorar seus lucros também.
Entretanto, existe outro lado, especialmente em relação aos funcionários sentados em frente a seus computadores em suas mesas, as mídias sociais podem se tornar distrações. Para alguns empresários, é difícil ver o quanto sessões de codificação interrompidas com ‘Tweets’ ou acessando Facebook e Orkut, podem ser produtivas para os negócios.
A realidade da situação é que assim como qualquer outra ferramenta, a mídia social pode causar grande impacto nas situações apropriadas, e prejudicar como um dissipador de tempo. Portanto, seu objetivo não deve ser o de descartar a mídia social, mas descobrir como torná-la uma poderosa ferramenta, ao invés de uma inútil distração.
Planejando, traçando objetivos e executando
A chave para fazer a mídia social uma ferramenta útil é ter um planejamento específico e um objetivo traçado de como e quando usar o recurso. Muitas empresas pequenas entram nas mídias sociais sem um planejamento, apenas esperam que os ‘tweets’ e os vídeos no YouTube vão equivaler a mais tráfego e mais vendas. Não é assim que a mídia social funciona. Em vez disso, compreender suas necessidades. Precisa de mais tráfego para seu site, ou você está procurando mais consciência da marca? Você quer prevenir uma imagem ruim antes que venha a acontecer ou criar uam comunidade para criar uma boa imagem? Sempre saiba seu objetivo antes. Uma vez que você tenha seu objetivo traçado, planeje, assim como você faria com qualquer outro objetivo de negócio. Esteja sempre certo de estabelecer maneiras de medir o sucesso e implementar ferramentas que irão ajudar a medir o retorno sobre o investimento. Isso significa fazer o ‘tracking’ dos cliques com uma ferramenta como a bit.ly ou verificar a analise de sua página do Facebook semanalmente.
Finalmente, execute. Não tenha medo de tentar, cometer erros e ser vulnerável. Mesmos e vocÊ cometer erros o consumidor irá te perdoar se você for transparente. Veja por exemplo o facebook, que vem tropeçando em alguns problemas, mas sempre dá um jeito de acertar as coisas, superar os erros e continuar a crescer.
Dicas para evitar que a mídia social se torne uma distração
Mídia social não tem de ser uma distração, mas você deve obedecer a algumas regras para evitar que isso se torne um dissipador de tempo:
- Quando você precisa se concentrar em uma tarefa intensiva, como codificação ou textos, até feche as guias e aplicativos de mídia social (e e-mail se você puder).
- Muitas vezes os funcionários recorrem à mídia social quando estão entediados, então constantemente de a eles trabalhos que desafiam e os inspirem.
- Ter uma política claramente definida a meios de comunicação social para que os funcionários não fiquem se perguntando o que é aceitável e o que não é.
- Priorize. Às vezes, a aproximação com a mídia social deve ficar em segundo plano em relação à outras prioridades. A grande jogada é sempre saber quando isso ocorre.
Esse é um dos melhores vídeos futuristas sobre Internet, numa versão com legendas.
É um vídeo futurista e bem interessante sobre o futuro das mídias sociais. É apenas uma especulação sobre o futuro, mas você irá comprovar que é muito baseado na lógica da nossa realidade atual. Vale ver – sem dúvida!
As estratégias digitais são essenciais para qualquer campanha de marketing. Scott Pansky, da Allison & Partners, agência de marketing, fala sobre as melhores práticas para o uso de mídia digital.
As estratégias digitais se tornaram hoje, fundamentais dentro de uma campanha de marketing. As campanhas integradas elevam o valor da sua ação. A pergunta não é onde colocar a mensagem, mas sim saber onde você vai obter uma maior audiência.
O investimento em mídias sociais, contas de email e blogs, multiplicam os pontos de contato e aumentam o alcance de sua campanha, como as mensagens são compartilhadas com os contatos imediatos e, em seguida, distribuídas, isso tem um alcance gigantesco.
Uma das dicas que Pansky da é começar pelo visual. A mídia digital é muito mais do que palavras. Então é importante que você compartilhe vídeos de pessoas que se beneficiam de doações, que poste fotos de acontecimentos recentes, faça apresentações de slides que entregam uma história visual. Faça parte dos eventos, seja ele público ou privado, pois se a mídia não cobrir, você ainda pode chegar a um público potencialmente maior.
O mundo digital além de ser imediato é também de longa duração, que é algo que tem que ser aproveitado. Se você não redireciona seus vídeos e campanhas publicitárias, você está perdendo oportunidades. Crie redações online, compartilhe vídeos através de Facebook e YouTube, poste anúncios online. Isto pode parecer básico, mas é uma maneira fácil e eficaz para aumentar a longevidade de sua campanha.
Pansky fala também que é fundamental praticar os três E’s: engage, evaluate and enhance (participar, avaliar e melhorar). Todos ainda estão aprendendo com o novo mundo digital. Então é necessário se envolver com estratégias digitais, avaliar suas táticas e melhorá-las. Pansky Scott é co-fundador e sócio da agência de marketing Allison & Partners.
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O Facebook, através de uma parceria com a Nielsen, está prestes a anunciar um programa que resolve este problema. Segundo o The Wall Street Journal, as empresas estarão lançando um produto chamado ‘Brand Lift’ ainda esta semana.
O ‘Brand Lift’ vai medir o impacto dos anúncios no Facebook, através de pesquisas em que o Facebook irá fazer com usuários que acompanham os anúncios, e então comparar as respostas dos usuários que viram aos de outros que não viram os anúncios e enviará o pacote de dados para os anunciantes.
Isso soa como um caminho sólido para medir o desempenho dos anúncios, o que poderia representar um grande avanço na capacidade do Facebook de atrair anunciantes e levá-los a gastar mais em publicidade com a rede social, que conta com mais de 300 milhões de usuários. Porém, se o anunciante quiser tirar proveito deste produto terá que ser um cliente da Nielsen.
Enquanto nós ainda não vimos uma demonstração da plataforma, o que precisa ficar claro, é que sabendo ou não o tamanho do retorno, as mídias sociais são a grande sensação da web no Brasil. Com pouco investimento, se atinge o público desejado. E investimento ruim é não investir.
Segundo o Instituto Nielsen Online, a idéia é simples: os publicitários precisam das redes para chegar aonde seus consumidores gastam a maior parte do seu tempo e as redes sociais precisam dos publicitários para geração eficiente de receitas a partir de suas audiências,
O marketing em redes sociais já é um fato. O que falta para as empresas é compreender a melhor forma de potencializar este poder. É preciso pensar em novas maneiras para dinamizar e mensurar esta relação. A grande vantagem é que não existe a possibilidade do seu investimento ser disperso, pois você pode ter total conhecimento de onde está o seu público-alvo, além de conseguir medir quanto, quando e onde será o seu investimento.
Essa facilidade vai aos poucos superando a desconfiança das empresas, que viam, há pouco tempo, a publicidade na internet ser rejeitada pelos usuários. Já nas mídias sociais o internauta tem prazer em se associar a marca que gosta, sem medo de ser invadido como o que acontecia com os pop-ups e mesmo com os Spams.